E
CHEGA A CHUVA
O
azul cede lugar ao cinzento.
O
vento carrega as bacias fazendo estardalhaço.
Balança
as cortinas.
Bate
portas.
O
ruído do vento.
A
chuva que chega repentinamente.
Logo
os pingos começam a cair.
O
barulho nas telhas é ensurdecedor.
Os
trovões e relâmpagos...
...
E minha alma querendo silêncio.
sonia delsin

Nenhum comentário:
Postar um comentário